/*Meio Ambiente
13 de dezembro de 2011
Rio Tubarão deve ser monitorado a partir de 2012
Um dos instrumentos mais importantes para a detecção de novas enchentes, a rede de monitoramento do Rio Tubarão está mais próxima de virar realidade. Está prevista para a tarde de hoje, às 16h, a assinatura do convênio entre a prefeitura de Tubarão e o Ciram/Epagri para a compra de três estações meteorológicas completas. O projeto da rede de monitoramento elaborado pela Defesa Civil prevê cinco estações meteorológicas, um marégrafo e estações pluviométricas (que medem apenas o volume da chuva).
“Esta parceria com o Ciram/Epagri visa a doação de três estações meteorológicas para iniciarmos a rede de monitoramento. Uma quarta estação será viabilizada pela parceria da prefeitura com a Alcoa. Depois, em uma segunda etapa, buscaremos mais parcerias para viabilizar a outra estação meteorológica, o marégrafo e as estações pluviométricas”, explica o coordenador da Defesa Civil de Tubarão, José Luiz Tancredo. Entre os possíveis parceiros estão o Comitê da Bacia do Rio Tubarão, a Amurel e a Unisul. No caso da universidade, haveria a possibilidade de disponibilizar o marégrafo e mais uma estação meteorológica, que atualmente está desativada.
A determinação dos pontos onde serão instaladas as cinco estações foi feita com base em uma visita de campo dos técnicos do Ciram/Epagri em companhia da Defesa Civil de Tubarão, em setembro. “As estações serão instaladas em Orleans, em Braço do Norte, em Armazém, no Rio D´Una, em Imaruí, em Tubarão e o marégrafo será instalado na foz do Rio Tubarão, em Laguna”, relata Tancredo.
Os dados obtidos pelas estações serão transmitidos via internet, em tempo real, para o banco de dados do Ciram/Epagri e poderão ser acessados no site da empresa de meteorologia do Estado (www.ciram.epagri.sc.gov.br). Segundo Tancredo, a manutenção e o monitoramento serão feitos pelo Ciram/Epagri, e como o sistema permite a visualização dos dados em tempo real a Defesa Civil também terá acesso e poderá elaborar estratégias para alertar a população em casos de risco. “Essas informações serão importantes para monitorarmos a situação do rio, a vazão, onde está chovendo mais e, assim, saber se há risco para a população e ativar os nossos planos de contingência”, observa Tancredo. A intenção é de que os primeiros equipamentos sejam instalados no início de 2012.
Fonte: Decom - PMT
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